sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
SUSTENTABILIDADE E CUIDADO: UM CAMINHO A SEGUIR - Leonardo Boff
Leonardo Boff, filósofo e teólogo
Há muitos anos, venho trabalhando sobre a crise de civilização que se abateu perigosamente sobre a humanidade. Não me contentei com a análise estrutural de suas causas, mas através de inúmeros escritos, tratei de trabalhar positivamente as saídas possíveis em termos de valores e princípios que confiram real sustentabilidade ao mundo que deverá vir. Ajudou-me muito, minha participação na elaboração da Carta da Terra, a meu ver, um dos documentos mais inspiradores para a presente crise. Esta afirma: ”o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal”.
Dois valores, entre outros, considero axiais, para esse novo come-ço: a sustentabilidade e o cuidado.
A sustentabilidade, já abordada no artigo anterior, significa o uso racional dos recursos escassos da Terra, sem prejudicar o capital natural, mantido em condições de sua reprodução, em vista ainda ao atendimento das necessidades das gerações futuras que também têm direito a um planeta habitável.
Trata-se de uma diligência que envolve um tipo de economia respeitadora dos limites de cada ecossistema e da própria Terra, de uma sociedade que busca a equidade e a justiça social mundial e de um meio ambiente suficientemente preservado para atender as demandas humanas.
Como se pode inferir, a sustentabilidade alcança a sociedade, a política, a cultura, a arte, a natureza, o planeta e a vida de cada pes-soa. Fundamentalmente importa garantir as condições físico-químicas e ecológicas que sustentam a produção e a reprodução da vida e da civilização. O que, na verdade, estamos constatando, com clareza crescente, é que o nosso estilo de vida, hoje mundializado, não possui suficiente sustentabilidade. É demasiado hostil à vida e deixa de fora grande parte da humanidade. Reina uma perversa injustiça social mundial com suas terríveis sequelas, fato geralmente esquecido quando se aborda o tema do aquecimento global.
A outra categoria, tão importante quanto a da sustentabilidade, é o cuidado, sobre o qual temos escrito vários estudos. O cuidado representa uma relação amorosa, respeitosa e não agressiva pa-ra com a realidade e por isso não destrutiva. Ela pressupõe que os seres humanos são parte da natureza e membros da comunidade biótica e cósmica com a responsabilidade de protegê-la, regenerá-la e cuidá-la. Mais que uma técnica, o cuidado é uma arte, um paradigma novo de relacionamento para com a natureza, para com a Terra e para com os humanos.
Se a sustentabilidade representa o lado mais objetivo, ambiental, econômico e social da gestão dos bens naturais e de sua distribuição, o cuidado denota mais seu lado subjetivo: as atitudes, os valores éticos e espirituais que acompanham todo esse processo sem os quais a própria sustentabilidade não acontece ou não se garante a médio e longo prazo.
Sustentabilidade e cuidado devem ser assumidos conjuntamente para impedir que a crise se transforme em tragédia e para conferir eficácia às práticas que visam a fundar um novo paradigma de convivência ser-humano-vida-Terra. A crise atual, com as severas ameaças que globalmente pesam sobre todos, coloca uma impostergável indagação filosófica: que tipo de seres somos, ora capazes de depredar a natureza e de por em risco a própria sobrevivência como espécie e ora de cuidar e de responsabilizar-nos pelo futuro comum? Qual, enfim, é nosso lugar na Terra e qual é a nossa missão? Não seria a de sermos os guardiões e os cuidadores dessa herança sagrada que o Universo e Deus nos entregaram que é esse Planeta, vivo, que se autoregula, de cujo útero todos nós nascemos?
É aqui que, novamente, se recorre ao cuidado como uma possível definição operativa e essencial do ser humano. Ele inclui um certo modo de estar-no-mundo-com-os-outros e uma determinada práxis, preservadora da natureza. Não sem razão, uma tradição filosófica que nos vem da antiguidade e que culmina em Heidegger e em Winnicott defina a natureza do ser humano como um ser de cuidado. Sem o cuidado essencial ele não estaria aqui nem o mundo que o rodeia. Sustentabilidade e cuidado, juntos, nos mostram um caminho a seguir.
Recebido de Fábio Oliveira
Postado pelo Professor João Beserra da Silva
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Antes de imprimir, PENSE VERDE. PENSE no Meio Ambiente
PODEMOS VIVER SEM ENERGIAS CATIVAS - Maurício Gomide Martins
PODEMOS VIVER SEM ENERGIAS CATIVAS
Nos tempos primitivos, os povos mais fortes subjugavam os seus vizinhos fracos para aprisionar indivíduos que, em troca da vida, executassem serviços braçais, provendo aos senhores o conforto de executar um serviço pesado sem despender esforço. Na visão dos vencedores, pelo simples fato de terem perdido a batalha, os capturados eram considerados inferiores e, portanto, destinados a servir aos captores. Era a execução de um perfil instintivo, a ser-ventia da força muscular alheia – a escravidão.
Em certos animais, como ocorre com algumas espécies de insetos, ainda prevalece essa índole que faz parte do instinto maior da so-brevivência. Com o advento no animal humano do potencial da in-teligência, tal procedimento não deveria ter justificativa moral. Contudo, a escravatura ainda perdurou durante muito tempo por atender aos interesses egoísticos de quem possuía o poder para tal. Mas sempre sob o entendimento moral e religioso de que o escravo era um ser inferior sem alma, tal como nosso subconsciente justifica nos dias atuais o trabalho escravo do cavalo na carroça ou o do boi na tração do arado.
Mesmo com o surgimento dos primeiros instrumentos facilitadores do lida humano, ainda era largamente utilizada a escravatura por se constituir em uso de esforço alheio mais barato e tratar-se de procedimento já inserido como normal na cultura da época.
Com o advento de máquinas operatrizes cada vez mais eficientes, passou-se a utilizar um executor mais barato ainda, a força motriz do carvão mineral, que era um escravo manso, abundante, de fácil extração, inteiramente aceito e justificável pelos cânones da vi-vência incipiente da era industrial. O objetivo era o mesmo: não despender esforço físico na execução de um trabalho e acelerar o ritmo produtivo, aumentando o lucro.
Com a adesão universal à utilização do petróleo, em meados do século XIX, o processo industrial teve um incremento muito grande e passou a ser o tipo de servidão mais usado, pois movia pratica-mente todas as coisas e redundava em conforto físico e rapidez à atividade econômica humana. Ganhava-se mais e mais depressa, e o enriquecimento trazia o poder, e se tornou o ideal de vida.
Dessa forma, o ouro negro entrou com grandes poderes na com-posição dos valores culturais da moderna civilização. De tal forma que, nestes tempos, está moldando a geografia social e política do mundo aos interesses do sistema econômico, cujo deus concreto e visível é o dinheiro.
No fim do mesmo século, foram idealizadas e construídas as usinas hidroelétricas, com os mesmos objetivos, aumentando consi-deravelmente a disponibilidade de força escravizada. Por fim, para atender à fome insaciável de escravos para o sistema econômico, procedeu-se à violação insana do sacrário das forças cósmicas: o átomo. Um louco não mede conseqüências; só lhe interessa o i-mediatismo. O mundo está atualmente nas mãos de loucos que se dizem governantes.
Atualmente exploramos diversas fontes de força: as fósseis, as hi-dráulicas, eólicas, químicas, nucleares, que são escravos que nos retribuem como conseqüência abundantes venenos ambientais e a inaptidão do animal humano para os labores da vida. Inaptidão pe-lo não uso das ferramentas próprias e adequadas para o exercício não predatório da vivência no ex-paraíso terrestre.
Energia é força. É escravo posto a produzir lucros ao sistema, ao tempo em que destrói direta e indiretamente nosso ambiente pela rapidez e pelas conseqüências de sua utilização muito acima da disponibilidade terrestre e de verdadeiras necessidades humanas.
Podemos perfeitamente viver sem energias cativas. As energias captadas pelo modernismo contraproducente atingiram tal vulto que a situação se inverteu: a atual civilização passou a ser cativa do seu escravo. Numa decisão revolucionária, em harmonia com um viver natural e sadio, podemos e devemos nos libertar dessas forças. Libertação racional e bem administrada para que não seja tumultuada a ordem social.
As conseqüências serão infinitamente favoráveis ao meio ambiente e à formação mental sadia das novas gerações. No princípio isso será doloroso e trará lacunas nos hábitos desnaturados à atual cultura tecnológica e artificial, mas esse é o preço do retorno do equivocado rumo de nossa atividade.
Alguém poderá estranhar essas considerações, qualificando-as de exageradas e fora da realidade. É bom que pensem assim, pois se tornam passíveis de perceber a verdadeira extensão da violência e desarranjo a que nos leva a ameaça ambiental, por certo muito mais dolorosa em futuro próximo que a renúncia preventiva, aqui sugerida.
Sem a coragem dessa reviravolta cultural, que parecerá inexeqüí-vel à primeira vista, continuaremos sugando a Natureza para satis-fazer interesses materialistas e supérfluos, redundando no final em destruição das condições básicas da biodiversidade.
Somente existe um tipo de energia do qual não podemos prescin-dir: o alimento. O sistema orgânico, pela ação do metabolismo, o transforma em força, disposição, harmonia, vida. Podemos e de-vemos nos desvencilhar da dependência das energias escravizadas – enquanto há tempo – pois elas próprias já nos estão tornando escravos indolentes dentro do sistema.
Hoje, um humano não sabe plantar um chuchu, mas sabe manu-sear um telefone celular. Quando tiver fome, seu alimento será um aparelho tecnológico? Será a gasolina, o etanol, a eletricidade, a radiação nuclear?
http://www.planetafala.blogspot.com/
mgomide2@gmail.com
Recebido de Fábio Oliveira
Postado peço Professor João Beserra da Silva
Nos tempos primitivos, os povos mais fortes subjugavam os seus vizinhos fracos para aprisionar indivíduos que, em troca da vida, executassem serviços braçais, provendo aos senhores o conforto de executar um serviço pesado sem despender esforço. Na visão dos vencedores, pelo simples fato de terem perdido a batalha, os capturados eram considerados inferiores e, portanto, destinados a servir aos captores. Era a execução de um perfil instintivo, a ser-ventia da força muscular alheia – a escravidão.
Em certos animais, como ocorre com algumas espécies de insetos, ainda prevalece essa índole que faz parte do instinto maior da so-brevivência. Com o advento no animal humano do potencial da in-teligência, tal procedimento não deveria ter justificativa moral. Contudo, a escravatura ainda perdurou durante muito tempo por atender aos interesses egoísticos de quem possuía o poder para tal. Mas sempre sob o entendimento moral e religioso de que o escravo era um ser inferior sem alma, tal como nosso subconsciente justifica nos dias atuais o trabalho escravo do cavalo na carroça ou o do boi na tração do arado.
Mesmo com o surgimento dos primeiros instrumentos facilitadores do lida humano, ainda era largamente utilizada a escravatura por se constituir em uso de esforço alheio mais barato e tratar-se de procedimento já inserido como normal na cultura da época.
Com o advento de máquinas operatrizes cada vez mais eficientes, passou-se a utilizar um executor mais barato ainda, a força motriz do carvão mineral, que era um escravo manso, abundante, de fácil extração, inteiramente aceito e justificável pelos cânones da vi-vência incipiente da era industrial. O objetivo era o mesmo: não despender esforço físico na execução de um trabalho e acelerar o ritmo produtivo, aumentando o lucro.
Com a adesão universal à utilização do petróleo, em meados do século XIX, o processo industrial teve um incremento muito grande e passou a ser o tipo de servidão mais usado, pois movia pratica-mente todas as coisas e redundava em conforto físico e rapidez à atividade econômica humana. Ganhava-se mais e mais depressa, e o enriquecimento trazia o poder, e se tornou o ideal de vida.
Dessa forma, o ouro negro entrou com grandes poderes na com-posição dos valores culturais da moderna civilização. De tal forma que, nestes tempos, está moldando a geografia social e política do mundo aos interesses do sistema econômico, cujo deus concreto e visível é o dinheiro.
No fim do mesmo século, foram idealizadas e construídas as usinas hidroelétricas, com os mesmos objetivos, aumentando consi-deravelmente a disponibilidade de força escravizada. Por fim, para atender à fome insaciável de escravos para o sistema econômico, procedeu-se à violação insana do sacrário das forças cósmicas: o átomo. Um louco não mede conseqüências; só lhe interessa o i-mediatismo. O mundo está atualmente nas mãos de loucos que se dizem governantes.
Atualmente exploramos diversas fontes de força: as fósseis, as hi-dráulicas, eólicas, químicas, nucleares, que são escravos que nos retribuem como conseqüência abundantes venenos ambientais e a inaptidão do animal humano para os labores da vida. Inaptidão pe-lo não uso das ferramentas próprias e adequadas para o exercício não predatório da vivência no ex-paraíso terrestre.
Energia é força. É escravo posto a produzir lucros ao sistema, ao tempo em que destrói direta e indiretamente nosso ambiente pela rapidez e pelas conseqüências de sua utilização muito acima da disponibilidade terrestre e de verdadeiras necessidades humanas.
Podemos perfeitamente viver sem energias cativas. As energias captadas pelo modernismo contraproducente atingiram tal vulto que a situação se inverteu: a atual civilização passou a ser cativa do seu escravo. Numa decisão revolucionária, em harmonia com um viver natural e sadio, podemos e devemos nos libertar dessas forças. Libertação racional e bem administrada para que não seja tumultuada a ordem social.
As conseqüências serão infinitamente favoráveis ao meio ambiente e à formação mental sadia das novas gerações. No princípio isso será doloroso e trará lacunas nos hábitos desnaturados à atual cultura tecnológica e artificial, mas esse é o preço do retorno do equivocado rumo de nossa atividade.
Alguém poderá estranhar essas considerações, qualificando-as de exageradas e fora da realidade. É bom que pensem assim, pois se tornam passíveis de perceber a verdadeira extensão da violência e desarranjo a que nos leva a ameaça ambiental, por certo muito mais dolorosa em futuro próximo que a renúncia preventiva, aqui sugerida.
Sem a coragem dessa reviravolta cultural, que parecerá inexeqüí-vel à primeira vista, continuaremos sugando a Natureza para satis-fazer interesses materialistas e supérfluos, redundando no final em destruição das condições básicas da biodiversidade.
Somente existe um tipo de energia do qual não podemos prescin-dir: o alimento. O sistema orgânico, pela ação do metabolismo, o transforma em força, disposição, harmonia, vida. Podemos e de-vemos nos desvencilhar da dependência das energias escravizadas – enquanto há tempo – pois elas próprias já nos estão tornando escravos indolentes dentro do sistema.
Hoje, um humano não sabe plantar um chuchu, mas sabe manu-sear um telefone celular. Quando tiver fome, seu alimento será um aparelho tecnológico? Será a gasolina, o etanol, a eletricidade, a radiação nuclear?
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Recebido de Fábio Oliveira
Postado peço Professor João Beserra da Silva
domingo, 29 de maio de 2011
RH - A Alma de Uma Empresa – Primeira Parte
Professor João Beserra da Silva
professorbeserra@gmail.com
Muito pouco do seu precioso tempo ser-lhes-á to-mado. Seria pretensão nossa “ensinar o vigário a cele-brar a missa”. Ou como vigário ditar cátedra aos papas de RH.
Entretanto, sempre se pode aprender algo mais com outrem. A sabedoria da vida, dia-a-dia, coloca-nos diante de situações de aprendizado. A cada momento a Natureza apresenta-nos lições sábias sobre o mesmo assunto, por ângulos diferentes daqueles que habitu-almente costumamos olhar.
Nada temos para passar-lhes dentro do campo es-pecífico de RH; coloquem, todavia, de lado tudo quanto sabem de sua profissão para entregarem-se livremen-te à seguinte reflexão.
A empresa, qualquer que seja o seu tipo, gênero e tamanho, é um organismo vivo. Como tal necessita es-tar em desenvolvimento, movimentando-se constan-temente para o seu objetivo. Assim como no organis-mo do corpo humano toda célula, por menor que seja, tem uma função; no organismo empresarial cada setor, igualmente. A empresa compõe-se de partes – pessoas, funções, seções, divisões, gerências e direto-rias.
As células, os sentidos, os órgãos e os sistemas do corpo precisam da harmonia entre si para que o todo alcance a sua finalidade – a vida, com saúde. O que mantém um corpo vivo? Quais as energias necessárias ao mesmo? Por que comemos, bebemos, respiramos, movimentamo-nos e repousamos? Qual a função do sangue, do oxigênio, dos hormônios, das vitaminas e da circulação?
Reflitam, por analogia, sobre essa relação na em-presa. O corpo tem cabeça, tronco, membros, órgãos, sentidos e sistemas, como já expresso. A empresa, também.
Houve tempo em nossa vida, na década de 60, co-mo Gerente de multinacional francesa, pensávamos que o setor financeiro de cada organização fosse o mais importante. Sem recursos, como a empresa ali-mentaria o seu crescimento e manter-se-ia viva?
Naquela mesma década, por volta de 1967, o grupo incumbiu-nos para gerenciar as vendas. Concluímos que essa divisão era o carro-chefe, a locomotiva que a impulsionava. Sem vendas, como manter o caixa posi-tivo para os recursos financeiros para a aquisição de matérias-primas, para pagar a folha-de-pagamento, os impostos e realizar investimentos?
Na década de 80, sempre na área de vendas em to-do o território nacional, em outro grupo muito forte, tivemos ensejo de conhecer o setor fabril diretamente e a área de Recursos Humanos. Em reuniões constan-tes com o pessoal de vendas, com os grupos de CCQ e mais diretamente com a área de treinamento ficou cla-ro para nós de que a empresa realmente é esse mara-vilhoso organismo, que carece manter-se vivo, pulsan-do, ativo, em movimento, com prosperidade.
A cabeça do corpo chamado empresa é a Diretoria. Do mesmo modo como o cérebro que se situa na cabe-ça só pode funcionar bem com sangue oxigenado, a Di-retoria necessita do oxigênio gerado pelos setores fa-bris, de produção, mercadológico e financeiro. O oxi-gênio pela mistura vivificadora do sangue vem da harmonia entre produção, vendas e administração – verdadeiro coração da empresa. Os braços, as mãos, as pernas e a voz são o corpo de vendedores, represen-tantes, distribuidores, relações públicas, Telemarke-ting, assessoria de imprensa, propaganda e publicida-de.
Segue na Segunda parte
Para criar grupos de estudos em sua cidade, contate-nos:
Professor João Beserra da Silva
11/8464-5220 – 9126-8916
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RH - A Alma de Uma Empresa – Segunda Parte
Professor João Beserra da Silva
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Continuação...
Como viver sem ar, em atmosfera poluída? A Divi-são de RH está incumbida da preservação dos recursos indispensáveis para que a atmosfera da empresa seja a melhor possível. O sangue será nocivo ao corpo sem oxigênio.
Aos executivos de RH está reservada a majestosa tarefa de zelar de forma diligente para que seja abun-dante o oxigênio do entusiasmo, da alegria, da boa vontade, da dedicação, da responsabilidade e do inte-resse pela qualidade de vida. Enfim, pela harmonia, pela motivação, por espírito sinergético e pelo senti-mento de utilidade do serviço de cada um. Assim a empresa está livre da epidemia do desânimo, do vírus da incerteza e da irritabilidade.
Essa é a missão de RH, como nossa em conclamá-los a pensar sobre este indispensável fator de sucesso nas relações internas de uma empresa. Por esse pro-cesso ela está viva, respirando, pulsando, com oxigênio e sangue, com os sistemas respiratório e circulatório em pleno funcionamento, sob a su-pervisão eficiente e eficaz da cabeça – a Diretoria.
Porém, faltam-lhe coração e alma. Onde está a vida do corpo? Quem o mantém vivo? E a empresa? Em am-bos é a alma, ou o coração, se você descrer da sua exis-tência por ser ela invisível.
Quem é a alma da empresa?
É a Divisão de RH. Desde que a expressão “recur-sos” ultrapasse os limites do seu próprio nome. Que seja fonte viva de recursos reais e necessários, como treinamentos motivadores que ofereçam a todos o verdadeiro significado de missão, de visão, de valores e de objetivo, com o desenvolvimento humano. Que criem, estabeleçam e implementem programas para que perdurem o entusiasmo em cada uma das células individuais e coletivas da empresa.
Concluindo, almejamos que entenda esta mensagem. E que, pelo seu entendimento, per-ceba quão valiosa é a sua missão, como alma de um organismo vivo, a empresa, nos moldes aqui propostos com agente facilitador. Acompanhe o nosso trabalho e o sinta em sua própria corpo-ração ou empreendimento, pois dificilmente “santo de casa fará o milagre desejado”.
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