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domingo, 11 de março de 2012

Mancha solar ativa provoca tempestades geomagnéticas na Terra


Mancha solar ativa provoca tempestades geomagnéticas na Terra



Atualização: 9 de março - 10h00
Bombardeio solar não para e castiga ainda mais a Terra nesta sexta-feira
Uma poderosa carga de partículas carregadas está bombardeando a atmosfera terrestre desde as primeiras horas dessa sexta-feira, com potencial suficiente para provocar blecautes de radiopropagação e intermitências em equipamentos elétricos. A intensidade é maior que a observada ontem e que produziu auroras no hemisfério norte.

Desde as primeiras horas de sexta-feira, magnetômetros instalados na Universidade do Alasca, no círculo polar Ártico, estão registrando fortes desvios no campo magnético da Terra. Entre às 0600 BRT e 09h00 BRT, anomalias de até 600 nT (nanoteslas) foram registradas na componente vertical do campo magnético, provocando uma espécie de compressão nas linhas do fluxo magnético.
Às 00h13 BRT, um desvio de 500 nT foi registrado na componente H do campo magnético. Normalmente, anomalias fortes nessa componente causam desvios significativos em bússolas localizadas nas latitudes acima de 50 graus norte, mas que podem ser notados também em latitudes inferiores.

Como consequência do bombardeio dessa sexta-feira, o índice KP que mede a instabilidade na ionosfera saltou de KP-4 registrado às 21h00 BRT de quinta-feira para KP-7, às 09h00 BRT de sexta-feira. Países localizados na faixa do círculo polar ártico podem estar experimentando auroras mais intensas que as do dia anterior. Os valores KP deverão baixar ao longo do dia, à medida que o nível de ionização da ionosfera diminui.
O origem de todas as tormentas geomagnéticas observadas é a mancha solar 1429, que há 3 dias tem provocado fortes ejeções de massa coronal (CME) que estão arremessando bilhões de toneladas de gás ionizado em direção à Terra. Aqui, as partículas são bloqueadas e desviadas pelo campo magnético natural do planeta que as conduz na direção dos polos. O choque produz as chamadas tempestades geomagnéticas, com os inúmeros efeitos que podem ser lidos abaixo.
Artes: No topo, aurora boreal observada na cidade de Yellowknife, no Canadá, em 8 de março de 2012, como consequência da forte tempestade geomagnética. Acima, imagem do magnetômetro operado pela Universidade do Alasca mostra os momentos em que as partículas carregadas iniciaram o bombardeio na ionosfera, provocando forte desvio no campo magnético terrestre. Créditos: Reprodução de Canadian Press / Bill Braden, Universidade do Alasca, Haarp Project, Apolo11.com.
Atualização: 8 de março - 09h00
Tempestades magnéticas devem castigar a ionosfera nesta quinta-feira
Novas tempestades magnéticas de alta intensidade estão previstas para essa quinta-feira, 8 de março. Essas tormentas deverão elevar o nível KP que mede a instabilidade na ionosfera e os valores poderão atingir o nível 6.

Uma ejeção de massa coronal (EMC) ocorrida próxima à mancha solar 1429 às 21h24 BRT do dia 7 de março se propagou pelo espaço em direção à Terra a 2200 km/s (7.92 milhões de km/h) e deverá atingir a magnetosfera terrestre nas primeiras horas da manhã de quinta-feira.
O evento poderá provocar blecautes de radiopropagação, intermitências em equipamentos elétricos, reboots em computadores a bordo de satélites e dificuldades de travamento e sincronismo (lock) em receptores de GPS.
Essa anomalia magnética deverá durar por pelo menos 24 horas, quando é esperado um declínio dos níveis de ionização da ionosfera.
O gráfico acima mostra a anomalia do campo magnético terrestre obsevada no campus da universidade do Alasca durante a chegada das partículas carregadas provenientes da EMC ocorrida às 21h28 BRT de terça-feira, dia 6. O impacto das partículas elevou o nível KP para 6, valor que merece atenção.
7 de março 2012
Mancha solar ativa provoca tempestades geomagnéticas na Terra
A atividade da mancha solar 1429 vem aumentando e nas últimas horas foram observados diversos flares e ejeções de massa coronal de grande intensidade. Durante a madrugada, partículas carregadas ejetadas da estrela atingiram o campo magnético da Terra, provocando tempestades geomagnéticas que atingiram o nível KP-6.

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Esse impacto foi provocado pela ejeção de massa coronal (CME) ocorrida na manhã do dia 6 de março, próxima à gigantesca mancha solar 1429.
Às 21h28 BRT de terça-feira, dia 6, outra CME ainda mais forte foi registrada na mesma região do Sol. O evento produziu um forte flare de classe X5, provocando um verdadeiro bombardeio de prótons que atingiu diretamente o satélite de observação solar SOHO. Essa emissão está nesse momento bombardeando o campo magnético da Terra e poderá provocar blecautes de radiopropagação e auroras boreais nas latitudes elevadas.
Para percorrer os 149 milhões de km que separam a Terra do Sol, as partículas carregadas viajaram a cerca de 6 milhões de km por hora.
De acordo com o Centro de Previsão de Clima Espacial dos EUA, SWPC, existem chances de ocorrerem novos flares de grande intensidade entre 7 e 9 de março.
Devido à posição da mancha solar 1429 estar se voltando em direção à Terra, podemos esperar mais instabilidades na ionosfera, que poderão atingir ou superar o nível KP-6.
Importante
Apesar do intenso bombardeio de radiação, não existem riscos para pessoas ou animais. O efeito maior é causado nas altas camadas da atmosfera, especialmente a ionosfera, onde poderão ocorrer distúrbios capazes de bloquear transmissões de rádio em baixa frequência. Não estão descartadas possibilidades de desvios significativos em bússolas nas latitudes equatoriais, assim como pequenos erros de geolocalização por GPS.

Partículas Carregadas
Após uma explosão solar ocorre a chamada "ejeção de massa coronal", uma gigantesca quantidade de gás ionizado que é emanado do Sol a velocidades altíssimas que superam facilmente a marca de 1 milhão de km/h.
Quando essa ejeção de partículas vem na direção da Terra, são bloqueadas e desviadas pelo campo magnético natural do planeta que as conduz na direção dos polos. O choque produz as chamadas tempestades geomagnéticas, com os inúmeros efeitos já descritos.

Consequências
Como vimos, a primeira consequência é a possibilidade de auroras boreais nas latitudes mais elevadas, provocadas pela ionização dos átomos de nitrogênio e oxigênio na atmosfera superior. Excitado, o nitrogênio emite fótons no comprimento de luz verde enquanto o oxigênio emite luz no espectro do vermelho.
Com relação às telecomunicações, as principais interferências ocorrem nos comprimentos de onda de frequências muito baixas - VLF - onde operam equipamentos de navegação e orientação de barcos e aeronaves. No entanto, devido à redundância de instrumentos utilizados para orientação e o uso de sistemas inerciais de orientação, esse seguimento é pouco afetado por tempestades solares.
GPS
Embarcações que utilizam exclusivamente GPS para orientação poderão também perceber pequenos erros de posicionamento. O motivo é que esses instrumentos baseiam-se no tempo que as ondas eletromagnéticas chegam até o receptor. Durante as tempestades geomagnéticas a ionosfera terrestre se torna mais densa no comprimento de onda utilizado pelo sistema GPS, retardando em alguns microssegundos a recepção dos sinais. No entanto, modelos computacionais conhecidos como Ionosferic Delay permitem aos operadores do sistema levar em conta esse atraso, introduzindo correções para que o erro seja minimizado.
Satélites e Redes Elétricas
Tempestades solares intensas também são responsáveis por danificar equipamentos a bordo de satélites e aumentar o arrasto deles na atmosfera, tornando frequente a necessidade de reposicionamento para que seja mantida a órbita programada.
O setor elétrico também sofre com as perturbações do Sol, que geram correntes elétricas induzidas nas linhas de transmissão. Dependendo da intensidade da tempestade e da região do planeta, as correntes induzidas podem danificar transformadores e em casos mais graves até mesmo explodir equipamentos, principalmente se localizados nas latitudes elevadas.
Fotos: No topo, imagem captada pelo satélite Laboratório de Dinâmica Solar, SDO, da Nasa. A cena mostra a violenta erupção de classe X5, ocorrida às 21h28 BRT do dia 6 de março de 2012, vista no comprimento do ultravioleta extremo. Acima, animação mostra o intenso bombardeio de prótons a que foi submetido o satélite de observação solar SOHO após a explosão. Créditos: Nasa/SDO, NASA/ESA/SOHO, Apolo11.com.
 
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

PODEMOS VIVER SEM ENERGIAS CATIVAS - Maurício Gomide Martins

PODEMOS VIVER SEM ENERGIAS CATIVAS




Nos tempos primitivos, os povos mais fortes subjugavam os seus vizinhos fracos para aprisionar indivíduos que, em troca da vida, executassem serviços braçais, provendo aos senhores o conforto de executar um serviço pesado sem despender esforço. Na visão dos vencedores, pelo simples fato de terem perdido a batalha, os capturados eram considerados inferiores e, portanto, destinados a servir aos captores. Era a execução de um perfil instintivo, a ser-ventia da força muscular alheia – a escravidão.

Em certos animais, como ocorre com algumas espécies de insetos, ainda prevalece essa índole que faz parte do instinto maior da so-brevivência. Com o advento no animal humano do potencial da in-teligência, tal procedimento não deveria ter justificativa moral. Contudo, a escravatura ainda perdurou durante muito tempo por atender aos interesses egoísticos de quem possuía o poder para tal. Mas sempre sob o entendimento moral e religioso de que o escravo era um ser inferior sem alma, tal como nosso subconsciente justifica nos dias atuais o trabalho escravo do cavalo na carroça ou o do boi na tração do arado.

Mesmo com o surgimento dos primeiros instrumentos facilitadores do lida humano, ainda era largamente utilizada a escravatura por se constituir em uso de esforço alheio mais barato e tratar-se de procedimento já inserido como normal na cultura da época.

Com o advento de máquinas operatrizes cada vez mais eficientes, passou-se a utilizar um executor mais barato ainda, a força motriz do carvão mineral, que era um escravo manso, abundante, de fácil extração, inteiramente aceito e justificável pelos cânones da vi-vência incipiente da era industrial. O objetivo era o mesmo: não despender esforço físico na execução de um trabalho e acelerar o ritmo produtivo, aumentando o lucro.

Com a adesão universal à utilização do petróleo, em meados do século XIX, o processo industrial teve um incremento muito grande e passou a ser o tipo de servidão mais usado, pois movia pratica-mente todas as coisas e redundava em conforto físico e rapidez à atividade econômica humana. Ganhava-se mais e mais depressa, e o enriquecimento trazia o poder, e se tornou o ideal de vida.

Dessa forma, o ouro negro entrou com grandes poderes na com-posição dos valores culturais da moderna civilização. De tal forma que, nestes tempos, está moldando a geografia social e política do mundo aos interesses do sistema econômico, cujo deus concreto e visível é o dinheiro.

No fim do mesmo século, foram idealizadas e construídas as usinas hidroelétricas, com os mesmos objetivos, aumentando consi-deravelmente a disponibilidade de força escravizada. Por fim, para atender à fome insaciável de escravos para o sistema econômico, procedeu-se à violação insana do sacrário das forças cósmicas: o átomo. Um louco não mede conseqüências; só lhe interessa o i-mediatismo. O mundo está atualmente nas mãos de loucos que se dizem governantes.

Atualmente exploramos diversas fontes de força: as fósseis, as hi-dráulicas, eólicas, químicas, nucleares, que são escravos que nos retribuem como conseqüência abundantes venenos ambientais e a inaptidão do animal humano para os labores da vida. Inaptidão pe-lo não uso das ferramentas próprias e adequadas para o exercício não predatório da vivência no ex-paraíso terrestre.

Energia é força. É escravo posto a produzir lucros ao sistema, ao tempo em que destrói direta e indiretamente nosso ambiente pela rapidez e pelas conseqüências de sua utilização muito acima da disponibilidade terrestre e de verdadeiras necessidades humanas.

Podemos perfeitamente viver sem energias cativas. As energias captadas pelo modernismo contraproducente atingiram tal vulto que a situação se inverteu: a atual civilização passou a ser cativa do seu escravo. Numa decisão revolucionária, em harmonia com um viver natural e sadio, podemos e devemos nos libertar dessas forças. Libertação racional e bem administrada para que não seja tumultuada a ordem social.

As conseqüências serão infinitamente favoráveis ao meio ambiente e à formação mental sadia das novas gerações. No princípio isso será doloroso e trará lacunas nos hábitos desnaturados à atual cultura tecnológica e artificial, mas esse é o preço do retorno do equivocado rumo de nossa atividade.

Alguém poderá estranhar essas considerações, qualificando-as de exageradas e fora da realidade. É bom que pensem assim, pois se tornam passíveis de perceber a verdadeira extensão da violência e desarranjo a que nos leva a ameaça ambiental, por certo muito mais dolorosa em futuro próximo que a renúncia preventiva, aqui sugerida.

Sem a coragem dessa reviravolta cultural, que parecerá inexeqüí-vel à primeira vista, continuaremos sugando a Natureza para satis-fazer interesses materialistas e supérfluos, redundando no final em destruição das condições básicas da biodiversidade.

Somente existe um tipo de energia do qual não podemos prescin-dir: o alimento. O sistema orgânico, pela ação do metabolismo, o transforma em força, disposição, harmonia, vida. Podemos e de-vemos nos desvencilhar da dependência das energias escravizadas – enquanto há tempo – pois elas próprias já nos estão tornando escravos indolentes dentro do sistema.

Hoje, um humano não sabe plantar um chuchu, mas sabe manu-sear um telefone celular. Quando tiver fome, seu alimento será um aparelho tecnológico? Será a gasolina, o etanol, a eletricidade, a radiação nuclear?

http://www.planetafala.blogspot.com/
mgomide2@gmail.com

Recebido de Fábio Oliveira
Postado peço Professor João Beserra da Silva

sábado, 19 de junho de 2010

VOAR - Leonardo Boff

VOAR - Leonardo Boff

Passamos uma vida presos, qual pássaros em suas gaiolas! Medo de amar, de olhar a vida de frente... E naquele pequeno espaço, cantamos nossas dores e sonhos! Muitas vezes, as portas de nos-sas gaiolas se abrem... Mas permanecemos ali, acostumados, en-colhidos as nossas vontades e sonhos!

Não tenham dúvidas amigos, à primeira oportunidade, devem alçar o vôo das águias, calmo, confiante, determinado! Amem sem medo, brinquem um pouco com a vida!

Não tenham medo dos rochedos e sobre eles, estendam a suas asas corajosas de águia! Soltem-se ao vento, e deixem-no, levá-los ao sonho! Como a águia, tente enxergar as pequeninas coisas a sua volta e saber apreciá-las, dando um sentido novo a sua vi-da! Não sejam passarinhos de gaiola, mas, águias do céu!

A cada dia existe uma renovação constante, e nunca um será como o outro... Não há dores eternas, lágrimas eternas, perdas eternas! Há sorrisos, esperando-lhes, dias de sol, o abraço dos amigos, dos filhos e tantos sonhos lindos!

Um amor lhes espera, para com vocês, voar, voar... Porque a vida é um recomeçar diário de um vôo! E gaiolas não foram feitas pa-ra os pássaros...

Tão pouco para as ÁGUIAS !
Recebido do amigo, Fábio Oliveira
Postado na Rede pelo Professor João Beserra da Silva
professorbeserra@yahoo.com.br

sábado, 10 de abril de 2010

A ENERGIA CÓSMICA

A ENERGIA CÓSMICA

Professor João Beserra da Silva
http://ossegredosdopoderinterior.plaxogroups.com

Este poder é seu e está em você. Habita a sua alma e vive em cada célula de seu corpo. Bem como em cada partícula do U-niverso.
Tal energia é onipresente, onipotente e onisciente. No Universo, vive mais particularmente na Mente Cósmica que uma parte de Deus. No homem, enquanto terreno, habita o seu superconsciente.
A sabedoria infinita da Mente Universal, independen-temente de absorver, controlar e dirigir, vivificando o Uni-verso no seu todo, também reside como partícula ativa e in-teligente em cada célula de qualquer elemento da Natureza.
Ao Universo denominamos de macrocosmos. Tudo quanto lá existe, há no homem, que é o microcosmos. Até os minerais que há na terra formam a composição química do corpo do homem.
Há como negar a presença da Mente Cósmica no ho-mem? Ela está presente em tudo no Universo, preenchendo tudo e todos os espaços. (Espaços para nós, pois estão toma-dos por essa poderosa energia).
Se tal presença do poder maior em nós e em tudo é de-veras efetiva, a ligação entre as duas forças só se faz de baixo para cima. A Força Suprema já está imanente no ser humano. Por esse motivo é ele que se une ao centro, numa convergência magnética para o Todo. De vez que o Todo está perenemente integrado a tudo e a todos.

Direitos autorais reservados e protegidos por lei.

Fac-simile do Livro: A Fonte do Poder (Os Segredos da Men-
te) – 4ª. edição, deste autor.
Para criar grupos de estudos em sua cidade, conta-te-nos:
Professor João Beserra da Silva
11/2086-3567 - 8464-5220 – 9126-8916
http://www.myspace.com/professorbeserra
http://professorbeserra.wordpress.com
http://academiabrasileiradeoratoria.ning.com/
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professorbeserra@yahoo.com.br
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