sexta-feira, 22 de outubro de 2010

8. O Aborto é Contra o Direito à Diferença – Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal

8. O Aborto é Contra o Direito à Diferença – Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal

Em muitos países ocidentais, a liberalização do abortamento provocado tem impedido o nascimento de crianças com anomalias cromossómicas, das quais a trissomia 21 (síndrome de Down) é a mais frequente, bem como malformações congénitas perfeitamente compatíveis com a vida, e muitas delas com correcção cirúrgica pós-natal, como é o caso do lábio leporino ou do pé boto. Situações mais graves e complexas, como certas malformações cardíacas, podem também ser tratadas cirurgicamente, por vezes mesmo antes do nascimento.

O abortamento destas crianças contribui para uma desvalorização e discriminação de pessoas com deficiências sensorias, motoras e/ou cognitivas, que vivem vidas adaptadas e felizes, apesar das limitações.

Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleito-ral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à fa-mília, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desrespeita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br ) 

Brasília, 08 de outubro de 2010
P. nº 0849/10
Dom Geraldo Lyrio Rocha 
Arcebispo de Mariana 
Presidente da CNBB


7. O Aborto é Contra a Dignidade Humana – Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal

7. O Aborto é Contra a Dignidade Humana – Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal

A tradição moral judaico-cristã sempre se preocupou com a defesa dos mais fracos e vulneráveis, como é o caso das crianças, dos órfãos, dos idosos e das viúvas. O aborto nunca é uma solução dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criança inocente.

Concordamos com o relatório-parecer sobre a experimentação no embrião, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (1996) que afirma que “a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estádio ou fase, devido à sua dignidade essencial”.
É também um facto indiscutível que o número de abortos aumentou, por vezes exponencialmente, em todos os países que despenalizaram a sua prática.
Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleito-ral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à fa-mília, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desrespeita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br ) 

Brasília, 08 de outubro de 2010
P. nº 0849/10
Dom Geraldo Lyrio Rocha 
Arcebispo de Mariana 
Presidente da CNBB



6. O Aborto é Contra a Consciência – Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana. Em nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, “não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa”. Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleito-ral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à fa-mília, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desrespeita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br ) Brasília, 08 de outubro de 2010 P. nº 0849/10 Dom Geraldo Lyrio Rocha Arcebispo de Mariana Presidente da CNBB

6. O Aborto é Contra a Consciência – Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal 
É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana.

Em nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, “não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa”.
Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleito-ral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à fa-mília, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desrespeita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br ) 

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P. nº 0849/10
Dom Geraldo Lyrio Rocha 
Arcebispo de Mariana 
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4. O Aborto é Contra a Criança - Dr. Jorge Cruz, Médico de Portugal


4. O Aborto é Contra a Criança - Dr. Jorge Cruz, Médico de Portugal

Já no célebre Juramento Hipocrático (IV a. C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: “não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança”. Condenamos assim, veementemente, a tese de que “as mulheres têm direito ao seu corpo”, na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores.

Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de protecção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico.

Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleito-ral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desres-peita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br )

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Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana - Presidente da CNBB
Recebido de Fábio Oliveira
http://fabioxoliveira.blog.uol.com.br/

VOCÊ MATARIA ESTA CRIANÇA AINDA NO VENTRE?

Postado na Rede pelo Professor João Beserra da Silva
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3. O Aborto é Contra o Homem - Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal

3. O Aborto é Contra o Homem  - Dr. Jorge Cruz, médico de Portugal

O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processo: o pai da criança e obviamente o nascituro. 

Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se por completo a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo procriativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança. 

Sabe-se também, actualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal acto é realizado sem o seu conhecimento e autorização. 
Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, en-tre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desres-peita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br ) 

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2. O Aborto é Contra a Mulher - Dr. Jorge Cruz, medico de Portugal

2. O Aborto é Contra a Mulher - Dr. Jorge Cruz, medico de Portugal

Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde físi-ca, men tal e emocional da mu-lher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntari-amente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país: “Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. [Pelo contrário], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente”.

Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primei-ras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da enti-dade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto, que muitas vezes não se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorre-rem.

Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleito-ral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, en-tre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à fa-mília, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desres-peita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - nota do Professor Beserra – professorbeserra@yahoo.com.br )

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1. O Aborto é Contra a Vida - Dr. Jorge Cruz, Médico de Portugal

1. O Aborto é Contra a Vida - Dr. Jorge Cruz, Médico de Portugal

A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que “todo o indivíduo tem direito à vida” (artigo 3.º). Também a Constituição da República Portuguesa declara que “a vida humana é invio-lável” (artigo 24.º).
De acordo com a ciência, a vida humana tem início com a fecundação, resultante da união de um espermatozóide masculino com um óvulo feminino. Cada uma das células sexuais transporta metade da informação genética do progenitor, de modo que a célula resultante da fertilização, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informação genética necessária para orientar o desenvolvimento do novo ser humano.
O aborto provocado, independentemente do momento em que é realizado, acarreta sempre a destruição de uma vida humana, a quem é negada a continuação do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expressão do seu potencial como criança e adulto.
Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalização do aborto, sem qualquer indicação médica que o justifique, é um a-tentado claro contra a vida humana, e viola a própria constituição portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Segue também o final da nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral: “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incon-dicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana”. (O que significa dizer que deveremos evitar votar em quem aprova o aborto e desrespeita à vida – a candidata e o PT são favoráveis ao aborto - está na internet, inclusive com filmes –
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Dom Geraldo Lyrio Rocha
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